Em Brasília, MPAC trata de parcerias e apresenta experiência em órgãos ambientais

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultura, Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu), cumpriu agenda nesta semana na Capital Federal, onde participou de reuniões no Ministério do Meio Ambiente (MMA) e no Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

A procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, que é coordenadora do Caop/Maphu, e a servidora Vângela do Nascimento, chefe do Caop de Defesa do Meio Ambiente, trataram de temas importantes para o MP acreano na área do meio ambiente, envolvendo parcerias, projetos e experiências exitosas.

No Ministério do Meio Ambiente, elas foram recebidas pela coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos Sólidos, Vanessa Félix, e apresentaram o projeto dos medidores da qualidade do ar. Foi falado, ainda, do estudo em andamento na Universidade Federal do Paraná, em parceria com o MP do Paraná, sobre tais aparelhos.

Além de manifestar interesse em estreitar as relações e trocar informações, a coordenadora informou que o Acre será contemplado com uma estação de monitoramento da qualidade do ar, e frisou que o MPAC pode contribuir com sua experiência no lançamento de um programa nacional de qualidade do ar a ser lançado nos próximos dias.

Já no Departamento de Educação, que é responsável pela implementação da Agenda Ambiental na Administração Pública, conhecida por A3P, a diretora Ângela Maria Santana comunicou a aprovação da adesão do MP acreano ao programa, cujo objetivo é implementar nas instituições públicas práticas de sustentabilidade, medida que o MPAC já tem adotado há um tempo.

A partir de agora, além de ganhar certificado, a instituição poderá, conforme for atendendo a alguns critérios exigidos, ganhar o “Selo Sustentabilidade na Administração Pública” e participar do 8º Prêmio de Melhores Práticas de Sustentabilidade.

Com o Ipam, as representantes do MP acreano abordaram a inclusão de alguns pontos no Termo de Cooperação Técnica que foi assinado recentemente entre as duas instituições, em especial, a elaboração de análises relacionadas aos impactos sociais, ambientais e econômicos produzidos pelas queimadas sem controle.

Jaidesson Peres- Agência de Notícias do MPAC

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