Acre apresenta redução de 27,8% nas notificações de dengue

O Acre registra, até a décima segunda semana epidemiológica (de 3 de janeiro a 26 de março) de 2016, 5.458 casos suspeitos de dengue, dos quais 224 foram confirmados, 1.480, descartados e 3.485 seguem em investigação ou aguardando resultado laboratorial.

Os dados foram divulgados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) na quarta-feira, 6.

Em relação ao mesmo período de 2015, registraram-se 7.562 casos suspeitos, sendo 4.091 confirmados como dengue, dois confirmados como dengue com sinais de alarme, um como dengue grave e 3.059 descartados. Os números apontam um decréscimo de 27,8% nas notificações no Acre em 2016.

Situação epidemiológica da febre chikungunya

Foram notificados 525 casos, sendo a capital do estado, Rio Branco, o município a apresentar o maior número de suspeitas (425), correspondendo a 81%.

No mesmo período do ano anterior, foram registrados quatro casos de febre chikungunya, todos notificados em Rio Branco.

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), a partir de março deste ano, iniciou a análise de amostras para diagnóstico de febre chikungunya pela técnica de IgM (amostras coletadas a partir do 7º dia de sintomas). Das 162 amostras analisadas, 12 apresentaram positividade e 150 estão descartadas.

Situação epidemiológica da zika vírus e microcefalia

O estado registra 713 casos suspeitos de zika vírus de janeiro a março de 2016, distribuídos em Acrelândia, Bujari, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Manuel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rodrigues Alves, Senador Guiomard, Sena Madureira, Xapuri e Rio Branco.

Até a 12ª semana epidemiológica, foram notificados 24 casos de microcefalia, totalizando 35 – 31 residentes no Acre, três oriundos de Rondônia e um caso importado do Amazonas.

Dos 31 casos residentes no Acre, um foi descartado por critério clínico-epidemiológico, um por critério laboratorial e 29 estão sob investigação laboratorial e/ou epidemiológica.

“As ações de combate ao transmissor dessas doenças devem ser mantidas, planejadas e intensificadas junto à vigilância epidemiológica de cada município, de acordo com a situação epidemiológica local”, destacou a gerente de Vigilância Epidemiológica da Sesacre, Eliane Costa.

Agência Acre

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