Publicado em 20 de dezembro de 2018

Falta de médicos na UPA do segundo distrito gera revolta nos usuários do sistema público de saúde.

Ronaldo Guerra-EcoacreTv

Um servidor da unidade disse que o problema se agravou com a saída dos médicos cubanos, a unidade perdeu 40% dos médicos que faziam atendimento. Considerado serviço essencial, a saúde sempre gerou dor de cabeça aos gestores públicos, existem falta de medicamentos, leitos e principalmente de médicos, foi isso que causou revolta nas pessoas que procuraram atendimento na upa do segundo distrito. havia apenas um médico para atender na emergência e fazer ambulatório, não demorou muito para a situação provocar revolta entre os pacientes. A Regina chegou com o filho doente as 5 horas da manhã, as 11, resolveu ir pra casa, por que soube que a unidade não tinha pediatra, por medo de represália, ela só aceitou dar entrevista de costas.

O João Ferreira conta, que estava á há três dias em busca de uma consulta, chegou na upa com febre, dores nas articulações, inchaço nos pés e com manchas pelo corpo, até foi atendido, mais o médico sumiu e não retornou para ser reavaliado, ele disse que estava abandonado há mais de 24 horas, sem assistência, o trabalhador era só insatisfação.

A situação era tão tensa, que esse rapaz retirou a mulher da emergência por que o médico, segundo ele, para se precaver de qualquer incidente, havia ido a delegacia registrar uma queixa, relatando a situação da unidade. Lincoln Lopes que trabalha na direção da UPA, reconhece que a falta de médicos tem prejudicado o atendimento, no entanto, afirma que a direção tem se empenhado para amenizar o drama dos pacientes.

 

 

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