Publicado em 18 de fevereiro de 2013

Terça é dia de show gratuito na Usina de Arte com o maestro Chico Chagas

O maestro Chico Chagas retornará ao palco da Usina de Arte nesta terça-feira, 19, às 20 horas, para mais uma apresentação solo, gratuita, de piano. A plateia será conduzida a uma grandiosa viagem de interpretações de clássicos da música erudita, do jazz e da MPB – Chopin, Chick Corea, Charles Chaplin, Tom Jobim, Milton Nascimento, Da Costa e Jorge Cardoso –, além das composições autorais do artista, que são elogiadas por Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Cristóvão Bastos, Guinga, Naná Vasconcelos, Nelson Faria, Paulo Moura e outros nomes de referência sonora no Brasil.

O CD “Um Chopin no Bach Ouvindo Forró”, o segundo de sua carreira, entrou como menção honrosa para a lista de “Os 100 Melhores Álbuns da Música Brasileira em 2012”, do portal Embrulhador (www.embrulhador.com), assinado pelo jornalista Ed Félix, que ouviu mais de 550 discos para realizar o julgamento. A publicação ainda coloca a faixa título na 75ª posição do ranking das 100 melhores músicas do ano passado. Os lançamentos de João Donato, Gaby Amarantos, Otto e Roberta Sá são outros exemplos que a seleção destaca.

“A maior felicidade de um artista é ver sua obra prestigiada. São duas vitórias: uma pela minha música ter sido escolhida e outra por ser uma música instrumental selecionada entre uma maioria de canções com letra”, comenta o maestro. A concepção da obra surgiu quando ele conheceu o “Forró de Domingo”, na Alemanha, que é o maior festival de forró da Europa. “Desde a primeira vez que toquei um clássico em ritmo de baião, com improvisações, fiquei motivado a registrar e compartilhar isso”, explica. Orgulhosos, os amigos não escondem a admiração.

“A presença de Chico Chagas em qualquer palco é a certeza de se ouvir música de verdade e de alta qualidade. Ele é um dos melhores músicos que o país produziu nos últimos anos. A generosidade de sua pessoa transborda para sua música. Uma música que vai além da sua técnica impressionante. Uma música que abraça, envolve e que emociona”, diz um dos membros da Academia Latina de Artes e Ciência da Gravação (ALACD), o maestro carioca Sérgio Roberto de Oliveira, indicado ao Grammy Latino, em 2011, na categoria “Melhor Composição Clássica Contemporânea”.

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