Publicado em 11 de dezembro de 2012

Polícia Civil incinera quase meia tonelada de drogas na capital

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Civil, incinerou na manhã desta terça-feira, 484 quilos de drogas apreendidas em diversas ações policiais realizadas em Rio Branco. A destruição da droga ocorreu em uma cerâmica localizada na rodovia estadual Transacreana, na zona rural da capital.

Diversas autoridades policias estiveram presentes na incineração, além do promotor da Vara de Delitos de Drogas e Acidentes de Trânsito, Tales Fonseca Tranin e o delegado titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, Pedro Paulo Buzolin. A ação também contou com a participação de peritos e técnicos da Vigilância Sanitária.  Os policiais destruíram maconha e cocaína.

O delegado Pedro Paulo Buzolin destacou que o entorpecente incinerado foi autorizado pela Justiça. Buzolim lembrou que em 2012 a especializada instaurou cerca de 200 procedimentos que resultaram em mais de 200 prisões de traficantes e apreendeu 1.740 quilos de maconha. Mais de uma tonelada da droga foi incinerada pela Polícia Federal (PF), há cerca de dois meses.

Na semana passada a polícia fez a apreensão de mais de 43 quilos de maconha e quase quatro quilos de cocaína nos bairros Cidade Nova e São Francisco, localizados, no subúrbio da cidade.

“Esse é um momento de parabenizar os policiais que trabalharam de forma responsável e intensa, produzindo os levantamentos necessários à investigação. Também de agradecer o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário”, destacou André Monteiro, secretário adjunto da Polícia Civil.

Para Monteiro sem essa harmonia dos poderes não seria possível alcançar o êxito das ações, que culminaram na apreensão de quase duas toneladas de drogas. O subsecretário observou ainda que a Polícia Civil vai continuar investindo em inteligência para aperfeiçoar a DRE.

O promotor Tales Fonseca Tranin acrescentou que, além do benefício social produzido pela retirada de drogas que poderiam destruir famílias, aumentar o índice de roubos e furtos, entre outras mazelas, imprime o ápice da harmonia entre a Polícia Civil, o Judiciário e o Ministério Público.

 

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