Policiais penais encerram primeiro estágio de cinotecnia do instituto de administração penitenciária

Para fortalecer o trabalho desenvolvido pelo Centro de Treinamento de Cães Penitenciários, o (Iapen) proporcionou a 23 servidores o primeiro estágio de cinotecnia da instituição. As instruções foram ministradas nas instalações do CTCães, no Complexo Penitenciário de Rio Branco, BOPE e (Cieps).

O barulho é ensurdecedor, os animais treinados no centro de treinamento de cães penitenciários do complexo de Rio Branco, foram parceiros durante dez dias dos policiais penais que participaram do primeiro estágio de cinotecnia. Ao longo do estágio, os alunos aprenderam conhecimentos gerais sobre cães, desde a limpeza e cuidados com filhotes, até a formação de cães de guarda e proteção, também de cães de faro de armas, drogas e celulares. Ao todo são 23 policiais penais do Acre, Rondônia e Sul do Brasil e um policial militar, que estão finalizando o primeiro estágio de cinotecnia.

Esse é o momento de intervenção com cão, os policiais penais chamam a abordagem de pescaria, quando o meliante é dominado e preso. O coordenador do estágio Laurênio Melo, explica o procedimento. O policial penal F. Santos, que participou do primeiro estágio disse que, aprendeu muito sobre o universo canino.

Santin é policial penal de Santa Catarina, para ele, foi um aprendizado muito importante, principalmente para intervenções. Quatro mulheres policiais penais participaram do primeiro estágio, entre elas, Ana Cristina, que agora se sente mais segura, com o uso do cão.

Reportagem/ Demóstenes Nascimento

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