Queimadas urbanas e rurais aumentam 90% em relação a 2019

Situação do rio acre deixa defesa civil estadual e corpo de bombeiros em estado de alerta, a cada medição, o manancial que banha quase 50% dos municípios acreanos, apresentam redução no volume de água.

Com exceção de 2.016, quando nesse período, o rio acre estava com 1, 96 centímetros essa, é a pior média dos últimos cinco anos e até o dia 11 de julho a previsão de chuva é zero segundo o SIPAM   pelos prognósticos das entidades ambientais o rio deveria estar com no mínimo quatro metros nessa época, mas, a falta de chuvas provocou um déficit hídrico de 60%. Isso reflete direto no aumento das demandas do corpo de bombeiros que vem monitorando a situação de perto e com preocupação.

A grande preocupação do corpo de bombeiros é por que agora se inicia o período crítico, que são os meses de julho, agosto e setembro, no entanto, existe a possibilidade da estiagem desse ano se prolongar até novembro, o que pode agravar ainda mais a escassez por água. A falta do produto nesse período de expansão do coronavirus e doenças respiratórias lembrando que cerca de 40% das cidades são abastecidas por meio do rio acre.

De acordo com o major Cláudio Falcão, no quadro geral as queimadas urbanas e rurais aumentaram cerca de 90% em relação ao mesmo período do ano passado só rio branco, responde por mais de 60% dessas queimadas registradas no mês de junho, o oficial do corpo de bombeiros ressalta a importância da conscientização da população sobre o assunto.

Reportagem/ Ronaldo Guerra.

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