Skank, a super-maconha cultivada em casa

Nos últimos meses constantemente as policias estão fazendo apreensões de um entorpecente chamado Skank, que ganhou visibilidade no acre pelo aumento no consumo na capital, mas, o que difere essa espécie de maconha da outra variedade.

Foto: Assessoria PMAC

O resultado de alterações genéticas, o Skank é uma droga produzida em laboratório a partir do cruzamento de duas variedades, chegando a ser considerada uma super-maconha, os efeitos do Skank podem ser sete vezes mais fortes que os da maconha comum, potencializando excesso de riso, excitação, depressão, sonolência, aumento do apetite por doce, deixa os olhos avermelhados, dilatação da pupilas e alucinações.

A droga possui um preço elevado se comparada a outros entorpecentes, podendo o quilo chegar a r$ 30 mil reais dependendo da região do país, outro fator que influencia no preço é o THC – substancia psicoativa com poder narcótico presente nas espécies desse gênero o perito Giuliano Cazarotto explica a razão dessa droga está ganhando espaço entre os traficantes.

O Skank é cultivado em ambiente controlado, com iluminação intensa e nutrientes adequados, podendo ser usado no sistema hidropônico, mas nem toda maconha em planta pode ser avaliada como Skank os efeitos colaterais são diversos, se durante o consumo a pessoas tiver uma crise, os danos ao cérebro podem ser irreversíveis. O cruzamento das espécies surgiu nos estados unidos nas décadas de 60 e 70 e se estabilizou na Europa.

No Acre, as policias apreenderam quase duzentos quilos nos últimos meses aliás, boa parte dessa droga distribuída em rio branco é cultivada por traficantes da região.

Reportagem/ Ronaldo Guerra.

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