Publicado em 27 de fevereiro de 2013

Secretário Mâncio Lima pede demissão da Sefaz

O secretário de Estado de Fazenda, Mâncio Lima, declarou na tarde desta terça-feira, 26, que pediu demissão da pasta para resolver problemas de ordem pessoal. O anúncio foi feito durante reunião do governador Tião Viana com a equipe de governo, na Biblioteca Pública.

Professor da área de Economia da Universidade Federal do Acre (Ufac), Mâncio Lima tomou a decisão para tratar da sua vida funcional na instituição, de onde está afastado como professor em regime de dedicação exclusiva desde 1993, quando foi convidado para exercer a função de secretário de Finanças da prefeitura de Rio Branco.

Elogiando o desempenho e a trajetória do assessor, Tião Viana salientou que o desligamento de Lima será temporário, haja vista que pretende reintegrá-lo à equipe tão logo as questões pessoais sejam resolvidas.

“Logo que se resolvam esses problemas de natureza pessoal, ele retornará à Secretaria de Fazenda para dar continuidade ao seu trabalho. A equipe dele continuará a mesma e o cargo de secretário não será preenchido até que tenhamos o retorno dele”, afirmou o governador.

Enquanto Mâncio Lima estiver afastado da pasta, o responsável pela Sefaz será o secretário adjunto, Joaquim Manoel Mansour Macedo, o Tinel, além dos demais servidores que compõem a equipe econômica. “A equipe é a mesma e continuará sendo a mesma”, frisou Tião Viana.

Retorno à Ufac para posterior desligamento definitivo da instituição

Mâncio Lima lembrou que faz parte do quadro de professores da Ufac e precisa resolver pendências com a instituição de ensino superior.

“Eu era dedicação exclusiva na faculdade. Há 20 anos me tornei um professor de 20 horas semanais para participar desse projeto de governo. Em nenhum momento me arrependo de ter feito isso, porque acho que demos contribuição para o nosso Estado, ao lado de muito companheiros”, complementou Lima.

Ele acrescentou que apresentou pedido de demissão porque se encontra num momento em que há possibilidade de voltar à dedicação exclusiva na universidade e depois pode se retirar definitivamente da instituição.

“Eu vou lá, reintegro-me como eu era. Depois, eu me afasto da universidade. Completei o tempo que precisava ter na Ufac. Isso é o que eu vou fazer nos próximos sessenta dias. Em seguida, volto ao trabalho na Secretaria de Fazenda”, finalizou Mâncio Lima.

 

Por Nayanne Santana

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