ATAQUE NO TAQUARI, QUE RESULTOU EM DUAS MORTES, FOI QUEIMA DE ARQUIVO

Cristina Reis de Souza 18 anos e o cunhado Fernando Nascimento da mesma idade, mortos na última sexta-feira, no Bairro Taquari foram vítimas de queima de arquivo.
A polícia chegou a essa conclusão, após o depoimento de Chrity Reis, uma das sobreviventes do ataque.
A jovem , atingida com seis tiros, prestou depoimento na manhã de terça-feira, na delegacia de Flagrantes.
Durante a oitiva, foi revelado que Christy, o marido Fernando e a sua irmã Cristina, seriam os alvos de um triplo homicídio, ocorrido no conjunto Novo Horizonte, no ano passado.
O crime aconteceu no dia 03 de Fevereiro, na Rua Ademar de Barros. Bandidos armados chegaram numa caminhonete e abriram fogos contra as pessoas que estavam no imóvel.
A ação criminosa terminou com a morte dos jovens Renan Barbosa de Andrade, Luana da Silva Aragão e Rafaela dos Santos Rodrigues, que seriam inocentes.
A casa, alvo do ataque no Novo Horizonte, era do presidiário Valdir da Silva Souza, na época preso por tráfico de drogas.
Mateus Mendonça da Costa, Luiz Fernando Cruz e Lucas Freire Lima, foram presos e denunciados, pelo triplo homicídio.
Em Dezembro passado, a Justiça decidiu que os três réus, devem responder pelo o crime no Tribunal do Júri.
A partir daí Valdir da Silva e família, começaram a receber ameaças. Em áudios, enviados de dentro do presídio, os bandidos pediam para Christy e Cristiane, não depor.
Na última sexta-feira, a casa de Valdir foi atacada por quatro criminosos. Cristiane, arrolada como vitima no caso do Novo Horizonte e o cunhado Fernando Nascimento, uma das testemunhas foram mortos. Enquanto, Chirsty Reis também testemunha escapou, mesmo sendo alvejada, seis vezes.
Hoje o presidiário Valdir Souza disse que teme pela a vida dele e da família.

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