Exclusivo: Policial que atropelou casal cumpria medida cautelar por morte de criança no Preventório

O acidente de trânsito, que matou Silvinha Pereira da Silva de 38 anos,  não é o primeiro caso envolvendo o policial militar Alãn Melo Martins.

         Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil, comprovou que era,  o cabo A.Martins, nome de guerra do militar,  que manuseava o fuzil, que partiu  o tiro  que atingiu a estudante Maria Cauane da Silva de 11 anos.

         O caso aconteceu no dia 14 de Maio do ano passado, durante uma ação do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar, na região do Preventivo.

        O laudo de micro comparação balística, anexado a ação penal, atestou que o  fragmento de projetil,  que matou a Maria Cauana, saiu da arma, que estava cautelada pelo o policial.

         A perícia atestou, que a munição após atingir um obstáculo (madeira) espedaçou-se e, um fragmento feriu a menina, que estava na varanda da casa de uma vizinha com colegas.

        Maria Cauane, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

         Um ano e quatro dias depois, o policial voltou a se envolver em outro fato,  que acabou de forma trágica.

        O policial Alan Melo Martins, era o condutor do veículo, que atropelou um casal, que trafegava numa motocicleta pela a Estrada Dias Martins.

O acidente aconteceu na tarde do último sábado. As vítimas chegaram a ser socorridas, mas Silvinha Pereira da Silva de 38 anos, que estava na garupa da motocicleta, não resistiu aos ferimentos e, morreu no último domingo, no pronto socorro de Rio Branco.

O marido, Silvinha, José da Silva e Silva de 43 anos, continua internado. De acordo com informações, ele corre o risco de ter umas das pernas amputados. Por conta  do caso do preventório o cabo A.Martins, cumpria medidas cautelares, entre elas, não ingerir bebida alcoólica e  não se envolver em confusão

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