Justiça marca para o dia 29 de março o julgamento do acusado de matar e esquartejar colono no Bujari

Para a polícia foi um crime praticado com requintes de crueldade. José Olivaldo de Jesus das Neves, de 43 anos, matou, esquartejou, tocou fogo e depois enterrou os restos mortais do colono.

O crime aconteceu no dia 14 de agosto do ano passado, no ramal Espinhara, região do Bujarí. Mas só quatro dias depois, polícia desvendou o então desaparecimento do colono.

Após ser preso –  Porto Velho (como é chamado) revelou aos policiais onde tinha ocultado os restos mortais do trabalhador. Pelo menos três covas rasas numa região de mata fechada, foram usadas pelo acusado.

José Olivaldo, juntamente com a família, morava na casa da vítima. Na época ele disse que praticou o crime porque o colono teria assediado sua esposa.

Mas a polícia revelou que a intenção de Porto Velho – era ficar com a propriedade de Heróclito, por isso, executou a vítima, em seguida tentou simular um desaparecimento.

O acusado foi denunciado pelos crimes de homicídio qualificado, porte ilegal de arma de fogo e ocultação de cadáver. No dia 11 de novembro, durante a audiência de Instrução e Julgamento, o réu foi pronunciado para responder pelo crime no Tribunal do Júri.

No início desta semana, a sessão foi confirmada para o dia 29 de março. A expectativa é que o Júri seja um dos mais longos e movimentados da história da comarca do Bujari.

 

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