Polícia Civil prende acusados de matarem servidor da FGB

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Luiz Moraes Lira Neto

A Polícia Civil apresentou nesta sexta-feira, 27, Luan Gundim Pereira, 19, acusado de matar a facadas o servidor público Adriano Araújo Lima, 36. A vítima trabalhava na Fundação Garibaldi Brasil (FGB) e foi assassinada na madrugada do dia 2 de maio deste ano.

Na mesma ocasião, a polícia prendeu Luiz Moraes Lira Neto, 18, que seria parceiro de Gundim no latrocínio (roubo seguido de morte). Luiz, segundo o delegado Karlesso Nespoli, responsável pela investigação foi quem vendeu o telefone da vítima, tomado durante o roubo.

“A venda do aparelho celular foi feita pela internet. O anúncio de oferta do equipamento foi postado na rede social Facebook, oito horas depois de ter sido roubado, durante o latrocínio”, destacou o delegado Karlesso, da Delegacia Antiassalto.

A apresentação do latrocida ocorreu na seda da Polícia Civil. Na ocasião, o delegado-geral Emylson Farias, parabenizou o trabalho dos investigadores da especializada e esclareceu também que o agressor era do convívio da vítima.

“O crime está elucidado. A polícia agiu de forma precisa. Estamos apresentando os responsáveis pelo latrocínio à justiça, com a confissão do autor, além de farta quantidade de provas”, sublinhou o chefe de polícia.

A morte ocorreu no apartamento onde Adriano morava, na rua Epaminondas Jácome, bairro Cadeia Velha. O corpo da vítima foi achado sobre a cama, com um cobertor em cima.

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Luan Gundim Pereira

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