Polícia já concluiu o inquérito que apurava a morte do funcionário da Seaprof

Independente das versões apresentadas, os acusados vão responder por dois crimes. Jessé da Silva Lima e Raimundo Irineu Alves Cerra, acusados pela  execução do funcionário público Francisco Alves de Lima.

Foram indiciados pelos crimes de extorsão qualificada mediante morte e também por assalto. A confirmação foi feita nesta segunda-feira pelo delegado Karlesso Nespolí.

A pena para o crime de extorsão qualificada pela a morte – varia de 20 a 30 anos de cadeia.É a mesma aplicada para os casos de latrocínio  – assalto seguido de morte.

Francisco Alves, de 67 anos, que trabalhava na SEAPROF – foi assassinado na madrugada do dia 13 deste mês. Ele teve a casa invadida e foi torturado para entregar a senha do cartão de crédito.

Depois, o funcionário foi levado para a estrada do QUIXADÁ, onde foi executado com um tiro na cabeça. O corpo foi jogado dentro de um igarapé. Jessé – foi preso por policiais do Batalhão Ambiental. Ele estava com o carro da vítima quando foi abordado.

Na semana passada – agentes da delegacia itinerante – conseguiram prender Raimundo Irineu, acusado de ter planejado o crime. Nesta segunda-feira, o delegado Karlesso Nespolí concluiu o inquérito do caso.

Ecimáiro Carvalho

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