Polícia tem suspeitos e supostas motivações para morte de engenheira

engenheira ImacO caso da engenheira civil Silvia Raquel Mota de Freitas, de 39 anos, encontrada morta dentro da caixa d’água de casa, no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco, no último dia 19, pode estar próximo de ser elucidado. As investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (Deam) estão progredindo e a hipótese de suicídio está praticamente descartada.

“Pelo andamento da investigação, a gente pode dizer que, em tese, não foi suicídio”, afirma a delegada responsável pelo caso, Juliana De Angelis. Ela aguarda os resultados dos laudos periciais do corpo da vítima e do local do crime para confirmação do homicídio, mas diz já ter nomes de suspeitos para o crime e supostas motivações.

“Estou esperando esses dados técnicos para passar uma resposta mais concreta. Mas suspeitos existem, com suas respectivas motivações. Não vou entrar em detalhes antes de receber o laudo cadavérico para dar a palavra final”, ressalta a Delegada.

Ainda segundo Juliana, os laudos devem ficar prontos até o início da próxima semana. Muitas pessoas foram ouvidas e o inquérito tem prazo legal de 30 dias prorrogáveis a critério da Justiça para ser finalizado.

Entenda o caso
Silvia era servidora pública do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e professora na Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO) e foi encontrada morta dentro da caixa d’água de casa. Segundo amigos e vizinhos da vítima, ela estava desaparecida desde a noite de 18 deste mês. O corpo teria sido encontrado pelo marido da vítima, que pediu socorro e foi ajudado por um vizinho a retirar Raquel da caixa.

Jornal A Tribuna

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