Suspeito de matar jovem decapitado após ser levado de casa em Rio Branco é preso e confessa crime


Suspeito de matar jovem decapitado após ser levado de casa em Rio Branco é preso e confessa crime — Foto: Arquivo/PC-AC
Na delegacia, homem confirmou que matou jovem por ele ter trocado de facção criminosa, segundo delegado. Samuel da Silva foi levado de casa na noite de terça-feira (2), por um conhecido, por volta das 21 horas, que teria dito que queria conversar com ele e depois foi achado morto na manhã de quarta (3). — Foto: Arquivo/PC-AC 

Horas após receber informações sobre a morte do jovem Samuel Conceição da Silva, de 18 anos, equipes da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciaram as investigações e conseguiram prender um dos suspeitos, que confessou o crime. 

A vítima foi achada decapitada nessa quarta-feira (3), no Ramal da Zezé, no Segundo Distrito de Rio Branco e o suspeito foi preso ainda na quarta em um apartamento próximo ao local do crime. A informação foi confirmada pelo delegado responsável pelo caso, Ricardo Casas. 

Na delegacia, o suspeito, que não teve o nome revelado pelo delegado, confirmou a participação na morte de Silva e disse que a motivação foi porque a vítima tinha trocado de facção criminosa. 

“Ao que tudo indica, esse crime foi em decorrência de guerra entre facções. Segundo ele [suspeito], mas a gente ainda não confirmou essa versão, a vítima era da mesma facção que ele, mas saiu e foi para outra facção, foi morar em outro município e depois voltou para o bairro onde ainda é dominado pela facção rival. Por isso, ele foi julgado pelo chamado tribunal do crime e executado”, disse o delegado. 

O Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) informou que a vítima foi levada de casa na noite de terça-feira (2), por um conhecido, por volta das 21 horas. 

O rapaz que teria levado Silva disse que queria conversar com ele. Depois disso, ele não voltou mais. E na manhã dessa quarta o corpo foi achado no mesmo ramal de onde foi levado. 

Ainda segundo o delegado, conforme primeiros levantamentos, o crime foi praticado por ao menos três pessoas, mas as investigações continuam para confirmar essa situação e identificar outros envolvidos

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