Preso na Operação “Sangue Amargo” tem HC negado

Os membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram a prisão preventiva de,  Samuel Pereira de Souza, suspeito de ter praticado os crimes de participação em organização criminosa, comércio de gado roubado, falsidade ideológica, corrupção de agentes públicos, fraude em licitações e outros atos ilícitos, que teriam sido cometidos no município de Plácido de Castro.

Samuel foi preso no dia 13 de Novembro do ano passado durante a Operação “Sangue Amargo”, deflagrada pela a Polícia Federal.

Os desembargadores Samoel Evangelista, Pedro Ranzi (relator) e Luís Camolez, negaram o pedido do Habeas Corpus , por considerar que foi “adequada fundamentação do decisum“, para “garantia da ordem pública e econômica”.

A defesa do suspeito pleiteou a liberdade provisória dele, argumentando que não estão presentes os pressupostos para decretar a prisão preventiva, e discorrendo sobre as condições favoráveis do paciente. Mas, o relator do caso, desembargador Pedro Ranzi, votou por denegar a ordem, verificando existir fundamentação na decisão que estabeleceu a prisão cautelar do suspeito.

“Verificando-se comprovada a materialidade do crime, havendo indícios suficientes da sua autoria e presentes ainda os motivos autorizadores da decretação da prisão preventiva, não há que se falar em constrangimento ilegal e ausência de fundamentação na decisão que decretou a prisão preventiva, impondo-se a denegação da ordem”, registrou o relator. Além de Samuel Pereira de Souza, outra pessoas foram presa na Operação, entre elas, o vereador Dênys Ferreira de Oliveira.

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