Publicado em 14 de novembro de 2017

Gaeco deflagra a terceira fase da Operação Midas

Chovia muito quando promotores, delegados, policiais civis e agentes do GAECO chegaram para cumprir as ordens judiciais. O primeiro alvo foi um condomínio de luxo localizado na Estrada da Invernada. O mandado de prisão foi cumprido no apartamento do empresário João Vitorino Albuquerque. Um dos donos da empresa J.M. LTDA. O apartamento do empresário Mauricio Oliveira Diniz, que fica noutro condomínio, também foi alvo da ação. O empresário e sócio da empresa J.M. LTDA.

Do local foram aprendidos documentos, notas e equipamentos de informática. A sede da empresa, que fica no segundo andar do centro empresarial Rio Branco, foi o terceiro alvo da ação do GAECO. No local, os trabalho dos promotores e investigadores só foi concluído as nove e meia da manhã. Segundo informações, quando a equipe chegou ao local, os documentos tinham sido rasgados e jogados no cesto de lixo. Mas todo o material foi apreendido.

De acordo com a informações, a empresa J.M. LTDA teve contratos com a EMURB nos anos de 2011, 2012, 2013 e 2015. Os acordos eram de até 60 mil reais para fornecimento de material de escritório. Só que durante a investigação, o GAECO descobriu que a empresa movimentou grandes valores financeiros com aluguel até de retro-escavadeira. Além disso, foram constatados repasses dos empresários para o ex-diretor presidente da EMURB, Jackon Marinheiro. Foram cinco transações financeiras que totalizaram 90 mil reais. A suspeita é que os empresários eram responsáveis por repassar recursos para os ex-diretores da empresa municipal de urbanização de Rio Branco.

A terceira fase é um desdobramento da operação anterior, que aconteceu em setembro. Na semana passada, a Justiça recebeu as 12 denúncias contra 25 acusados, que passaram de investigados para réus.

Ecimáiro Carvalho

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